Renegociar dívidas: as 5 maiores dúvidas respondidas

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Cerca de 66% das famílias brasileiras encerraram 2020 em dívidas. Em outubro do mesmo ano, de acordo com o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), eram mais de 63,4 milhões de brasileiros inadimplentes – ou seja, em dívidas e com o nome sujo.

Ainda existem muitas dúvidas sobre como renegociar dívidas – a seguir você encontra as cinco principais dúvidas sobre renegociar dívidas no Google e as respostas para cada uma delas.

O que fazer para renegociar dívidas?

Se você possui dívidas em aberto, elas devem ser a sua grande prioridade financeira – antes mesmo de economizar, é importante tentar renegociar ou quitar esses débitos para evitar que eles fiquem maiores devido aos juros que seguem correndo. E vale lembrar: os juros que são cobrados sobre dívidas em aberto são juros compostos, os famosos juros sobre juros.

O primeiro passo para renegociar dívidas é começar organizando as finanças.

- Tenha clareza do tamanho da dívida

- Tenha visibilidade da sua renda e despesas fixas ao longo do mês

Com tudo isso em mãos, entre em contato com a instituição financeira com quem você tem a dívida em aberto e faça uma proposta de renegociação e pagamentos, explicando a sua situação financeira e o quanto você consegue se comprometer a pagar a cada mês.

Como saber se tenho dívidas antigas?

Checar a sua situação financeira com as instituições onde você tem conta é o primeiro passo – eles normalmente informam, em seu site ou aplicativo, quando você tem alguma conta em aberto.

Outra forma, mais efetiva quando se trata de dívidas mais antigas, é consultar o seu CPF com os birôs de crédito, como o SPC, Serasa, Boa Vista e Quod. A maioria deles oferece a consulta gratuita ao seu CPF, sob o qual ficam registradas as inadimplências que fazem com que você fique com o “nome sujo”.

Os birôs de crédito indicam quais são essas dívidas, o valor em aberto e com quais instituições você está inadimplente – e, às vezes, oferecem até formas de renegociação logo no seu site.

Quais dívidas tenho que pagar primeiro?

No geral, as dívidas que possuem os juros mais altos são aquelas que você deve quitar primeiro. Ela só deve ficar em segundo plano se possuir outros dois tipos de dívidas:

Com serviços essenciais (água, energia) e moradia, como aluguel;

Dívidas com financiamentos de algum bem ou empréstimos que tenham esses bens como garantia, e que você corre o risco de perdê-los.

Portanto, se você tiver mais de uma dívida em aberto, comece por essas duas acima – se não for nenhuma deste tipo, a primeira deve ser aquela que tiver os juros mais altos.

Como negociar dívidas sem juros?

Normalmente, toda a dívida vem acompanhada da cobrança de juros, especialmente se tratando de uma dívida formal com alguma instituição.

Uma forma de negociar dívidas sem juros é “trocando” de dívidas – por exemplo, contratando um empréstimo com taxas de juros mais baixas para quitar uma dívida. Assim, você passa a arcar com juros mais baixos e que impactam menos o seu bolso.

Mas, para tomar essa decisão, é preciso um planejamento muito cuidadoso – afinal, é uma troca de dívida. Entrar em débito novamente pode te levar a ficar inadimplente mais uma vez. Outra opção é tentar negociar diretamente com a instituição com quem você está em dívidas, pedindo que os juros sejam zerados ou diminuídos.

Como conseguir desconto para quitar dívidas?

Todo o resultado da renegociação depende de conversas com a instituição e do plano de pagamentos que você propõe ou aceita. Normalmente, quanto menor o prazo em que a dívida será quitada, menores serão os justos ou maiores serão os descontos oferecidos.

Por isso é importante ter clareza do quanto você consegue comprometer da sua renda para o pagamento das parcelas – e procurar o quanto antes uma forma de planejamento para quitar.

Fonte: https://blog.nubank.com.br/renegociar-dividas-as-5-maiores-duvidas-respondidas/

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